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15 de jul. de 2011

Você não sabe que danos causou.


Lágrimas quentes escorrem pelo seu rosto, talvez seja simples, ou não.
A fumaça do cigarro queimava seus olhos, lhe fazendo esquecer temporariamente da dor que cortava seu peito.
Quem inventou essa dor desconcertante? A vontade que tinha era de pegar uma faca e cortar entre os seios, para tentar tirar algo que não sabia o que era.
E esse algo, vibrava, gritava, como uma criança pedindo atenção.
A faca se tornou cada vez mais sedutora.. Não para retirar essa vibração, sim para acabar com qualquer respiração.
Não precisava ser assim, não deveria ser assim. Mas foi, foi da maneira mais cruel e dilacerante possivel.
O amor tem dessas coisas, cansa, doi, machuca, e o dificil é não saber como fazer isso tudo parar.
O mundo corre, gira loucamente, e eu não coonsigo entender por que sempre fico pra tras.
Por um tempo, por uma decada, por uma vida.
Pelo meu peito dilacerado, eu imploro que isso tudo pare.
Esquecer. Era tudo que eu mais queria, apagar minha mente. Reiniciar, formatar tudo e simplismente esquecer.
Eu cansei desse apego, cansei de escrever meus sentimentos sem ter ninguem pra ler.
Cansei de te amar, meu corpo não aguenta mais, minha mente não suporta tanta amargura em uma alma só.
Eu preciso que isso passe, agora, nesse exato momento.
Tenho medo de cair nessa triste sedução. Não quero que tudo isso se resuma a uma simples faca.

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