6 de ago. de 2011
El tiempo pasa.
Cá estou eu, novamente, dedilhando cordas de solidão. Sem tocá-las, apenas sentindo cada nota passar por meus dedos, sem dor, superficialmente.
Lágrimas acabam, melancolia gasta, sabia? É necessário recarregar as energias.
Talvez dar um tempo pro coração, é muito amor, muita dor, muita ilusão.
Por mais jovens que seja o coração, uma hora ele grita, e pede por um pouco de alivio, pede um pouco de sentimentos brandos...
É tão triste perceber que o amor se tornou angustia, digo isso por que sei o que é a dor de um amor não correspondido.
O que fazer com um sentimento tão grande, o que fazer com um amor negado? Doar para outro alguém? Impossível, o amor vem com características da pessoa amada.
O amor é uma loucura, é uma tortura.
E com requintes de crueldade, ele vai te gastando, te aniquilando.
Ah, se pudéssemos personificar o amor...ele seria uma mulher, morena, cabelos longos, corpo escultural.
Uma mulher venenosa, esbelta como uma cobra. Exatamente como uma cobra, ela te envolve, te abraça, te acolhi, e depois te devora pausadamente...deixando marcas e mordidas.
Se você sobreviver, certamente terá cicatrizes pro resto da vida, e se não sobreviver, ela te engole, te suga pro vazio de uma vida triste e nostálgica.
Una serpiente, una mujer, un ser, una muerte. Cierto o no.
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É...O amor é cruel.
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