26 de ago. de 2011
Meus dias são todos iguais.
Me olha agora e diz que tudo que eu sinto é falso, diz, por favor, talvez assim eu acredite.
E mais uma vez me pego dizendo que não suporto mais isso. Foda-se tudo, eu não suporto mais sentir tanto amor, e tanto ódio ao mesmo tempo
Isso está me matando, dilacerando cada pedaço de mim.
Minha cabeça não tem mais saúde pra tanta saudade, teu nome é um grito preso na minha garganta.
O que será que eu fiz pra merecer sofrer tanto? Será que alguém pode me responder?
E essa distancia...mesmo com essa distancia meu corpo te constrói aqui, dentro de mim.
Minhas lembranças trazem o teu sorriso, o teu cheiro, a tua voz....a minha memória traz cada virgula de cada conversa que nós já tivemos, e também de outras que eu pensei que um dia nós iríamos ter.
Eu me lembro de coisas que tu já te esqueceste, isso dói, e muito. Lembro das risadas, das brincadeiras, das histórias, das musicas, dos lugares que um dia foram os ‘nossos lugares’ e que agora nem existem mais, nós não estamos lá.
Eu lembro...é só isso que eu posso fazer: lembrar, chorar, cansar cada canto do meu peito.
Sinceramente, eu estou completamente cansada de amor, e estar cansada não muda nada, ainda amo. E a cada dia amo mais e mais.
Essa saudade machuca tanto, e essas lagrimas, que agora estão escorrendo tristemente, não me dizem o que fazer. E essa dor aqui dentro? Quando vai passar?
Coração partido? Não, meu corpo inteiro dói.
"Tudo mudou de lugar, eu não consigo parar de pensar em ter você perto de mim."
Talvez te esquecer seja uma questão de tempo, ou talvez eu nunca esqueça, já não sei de mais nada.
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